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PAVERAMA: "Recapeamento da VRS 835 precisa estar pronto para a 4ª Paverama Fest" |
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Escrito por Redação
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12-Mar-2010 |
Faltando pouco mais de um mês para a realização da 4ª Paverama fest (de 16 a 19 de abril), a Administração Municipal teme que a tão esperada obra de restauração da VRS 835, que liga Paverama à BR 386, não esteja pronta para receber o grande público que é esperado por ocasião do evento que comemora os 22 anos de emancipação do município.
Na verdade, se a estrada continuar nas condições em que se encontra atualmente, poderá trazer prejuízo pela dificuldade do tráfego, uma vez que é uma das principais vias de acesso a Paverama, vindo pela BR 386. “A insistência, por parte da Administração junto aos órgãos do governo, tem sido constante – semanalmente são feitos contatos – e há a promessa ,de fonte segura, de que as obras serão logo iniciadas”, informou o Prefeito Elemar Rui Dickel. “Se não conseguirmos o recapeamento completo, em função do pouco tempo, teremos que apelar para o DAER Regional (Lajeado), numa operação tapa-buraco emergencial”, acrescenta Dickel.
Também é aguardada a pavimentação asfáltica que liga Paverama a Teutônia, igualmente necessária e já encaminhada ao âmbito estadual, com todas as providências burocráticas e levantamentos de engenharia feitos pelos setores da Prefeitura.
Clóvis de Quadros Marques (Boa Esperança), 42 anos, é pedreiro e agricultor. No exercício de suas atividades, passa de duas a três vezes, no mínimo, diariamente, pela VRS 835: “A estrada está péssima. Mesmo de moto (uma Honda Titan 125), é difícil escapar dos buracos. Quando se sai de carro tem que andar a 30 ou 20 Km; já perdi uma roda do meu Palio por causa dos buracos.”
O comerciante Manoel Almeida Brandão, 62 anos, é proprietário de um armazém, em Aterrado, logo no início da VRS835, e, semanalmente, usa a estrada para ir até Paverama resolver seus negócios:” Está bem ruim, tem muito buraco; afrouxa tudo no carro. Para desviar deles, tem que passar para a outra mão, não tem acostamento, a estrada é estreita.Acaba sendo um grande perigo. A situação já esteve melhor, mas os consertos que fazem são logo destruídos, principalmente pelos caminhões e carretas.”
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