Taquari, 23 de Maio de 2017
NOTÍCIAS
14/04/2017
Há oito meses interditada, Área de Transbordo de Resíduos Sólidos ainda não foi limpa

A Área de Transbordo de Resíduos Sólidos, situada no Bairro Pinheiros, continua com acúmulo de lixo. Mesmo interditado desde agosto de 2016, o local, popularmente conhecido como lixão, ainda não foi limpo.
A área é gerenciada pela Prefeitura de Taquari e a Adminstração Municipal diz que foi ela mesmo quem interditou o local. “A Administração interditou o espaço em agosto do ano passado, por entender que o mesmo não apresentava segurança”, informou a Prefeitura, através de sua assessoria de imprensa.
O lixo acumulado sobre o solo e a céu aberto já foi alvo de autuações e multas por parte da Fundação Estadual de Protenção Ambiental (Fepam), tendo em vista que, desde 2014, são proibidos os lixões no Brasil. Na área de transbordo, deveriam apenas ser deixados, em lugar coberto, os resíduos coletados nas residências até que a empresa, que realiza a destinação final, o transportasse ao aterro sanitário de Minas do Leão. 
Segundo a Prefeitura, ainda deve ser executado, na área, o Plano de Recuperação de Área Degradada, firmado com a Fepam em 2015. “Estamos trabalhando no Plano de Recuperação de Área Degradada, através de um estudo técnico para termos certeza do impacto ambiental e quais medidas serão tomadas”, disse a Prefeitura, através da assessoria de imprensa.
 
Lixo de Taquari é levado para Triunfo
 
Desde a interdição da área, os resíduos coletados em Taquari são transportados para a Ecotrat, situada na localidade de Catupi, em Triunfo. A Prefeitura paga R$ 12 mil mensais à empresa, que realiza o transbordo do lixo.
Além deste, a Administração Municipal mantém contrato com as empresas que coletam, transportam e depositam os resíduos sólidos. Conforme os dados passados pela Administração Municipal, são gastos R$ 196.437,56 mensais com a destinação do lixo.
Para a coleta, são pagos à Conesul R$ 39.053,34 mensais, para o recolhimento do lixo dos contêineres, e R$ 63.399,95, na coleta nas residências da zona urbana. Na zona rural, a coleta é feita pela Transportadora Medeiros, com o custo de R$ 10.109,27 por mês. Nos hospitais e postos de saúde, os resíduos são coletados pela Ambientus, com o custo de R$ 1.875,00 mensais.
O transporte de Catupi para Minas do Leão é feito pela Dartora, com o custo médio mensal de R$ 35 mil. Já o depósito em Minas do Leão é administrado pela Companhia Riograndense de Valorização (CRV), que cobra, mensalmente, cerca de R$ 35 mil da Prefeitura de Taquari.
Os valores anuais somam cerca de R$ 2,3 milhões.
 

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No dia 16 de maio, um bugio que estava no Bairro Praia teve um choque ao deitar-se sobre os fios de energia elétrica. Ele caiu dos cabos da rede e foi socorrido por pessoas que estavam nas proximidades, entre elas, o agricultor Seloí Lang, conhecido por Nego do Rincão, que fez massagem e assoprou sua boca.

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